Estava na sacada de algum apartamento. Olhando para a esquerda se via o pão de açúcar.
Da direita vi uma espécie de foquete sendo lançado, mas repentinamente ele parou e começou a cair, cair, e caiu próximo ao aeroporto SD - Santos Dumont. Vi uma onda de impacto e me abaixei na mureta da sacada.
A onda passou e no prédio algumas roupas que ficam penduradas ficaram pegando fogo, não muito.
As árvores do aterro ficaram queimadas e outras queimando.
As pessoas do prédio tratavam de jogar água nas roupas, algumas usavam copos. Os bombeiros deveriam estar bastante ocupados, pensei.
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Thursday, December 17, 2009
Saturday, June 13, 2009
Monday, April 13, 2009
Sonho da Praça
Bom, este é um sonho de "faz tempo".
Conforme o tempo aumenta, os detalhes diminuem.
Estava andando de ônibus e passei por umas ruas. Nelas havia casas que tinham uns portões e muros com tijolos aparentes.
Porém os tijolos não eram os comuns "baianos" eram um pouco maiores.
Como havia, talvez, já que me falha a memória, passado do ponto, um pouco confuso,
desci para ver as casas interessantes que por lá havia com os tais tijolos.
Ao pé do muro da casa mais à esquerda havia um gramado, ou algo verde, como plantas...
(Vejo que cabe aqui me desculpar pela última vez, sobre os detalhes idos com o tempo. E que talvez algumas coisas não sejam exatamente como tento passar no texto.)
O fato é que atravessei pelo portão, que formava um arco, com as grades brancas semi abertas.
O piso era algo de pedra. No caminho tinha uma saída à esquerda que dava para uma outra rua. Ao chegar lá encontrei uma praça conhecida dos meus sonhos.
O interessante é que o local é algum lugar de Sampa nos arredores da igreja de Santa Isabel, só que indo para o lado da av Trumain, meio em direção à Sapopemba.
Nesta praça existe a igreja que não é a de Santa Isabel, é alguma outra, um pouco maior de aparência, um pouco mais antiga e mais imponente, dependendo de quem olha.
Mas voltemos à praça...
A praça era algo muito interessante, pois nela havia um córrego, o qual as pessoas giravam estátuas de pessoas com rabos de peixe, mas não eram sereias. E o girar estava mais para carne no espeto, já que me falta tempo para uma melhor descrição, fica aqui esta mesmo :-)
A praça tinha algumas construções feitas com tijolos maiores, de pedras mesmo, seguindo o estilo de construção antiga da igreja e da casa. Nos tijolos havia um certo lodo verde musgo, devia ser musgo mesmo :-) . Muitas estátuas espalhadas, bronze esverdeado ou pedra "esmugueada".
Encontrei o Bill e ele esperava alguém que andava de skate, era uma menina, de mais ou menos uns 10 anos, que logo chegou, amiga dele talvez.
Não lembro onde a minha filha estava, mas acho que a minha mulher estava com ela, pois desci do ônibus sozinho e me recordo agora que fui me encontrar com elas na praça.
Na praça vendiam artesanato nas áreas internas da construção. O tema das peças era coisas de Netuno, um local um tanto escuro que não dava para perceber muitos os detalhes das coisas.
Conforme o tempo aumenta, os detalhes diminuem.
Estava andando de ônibus e passei por umas ruas. Nelas havia casas que tinham uns portões e muros com tijolos aparentes.
Porém os tijolos não eram os comuns "baianos" eram um pouco maiores.
Como havia, talvez, já que me falha a memória, passado do ponto, um pouco confuso,
desci para ver as casas interessantes que por lá havia com os tais tijolos.
Ao pé do muro da casa mais à esquerda havia um gramado, ou algo verde, como plantas...
(Vejo que cabe aqui me desculpar pela última vez, sobre os detalhes idos com o tempo. E que talvez algumas coisas não sejam exatamente como tento passar no texto.)
O fato é que atravessei pelo portão, que formava um arco, com as grades brancas semi abertas.
O piso era algo de pedra. No caminho tinha uma saída à esquerda que dava para uma outra rua. Ao chegar lá encontrei uma praça conhecida dos meus sonhos.
O interessante é que o local é algum lugar de Sampa nos arredores da igreja de Santa Isabel, só que indo para o lado da av Trumain, meio em direção à Sapopemba.
Nesta praça existe a igreja que não é a de Santa Isabel, é alguma outra, um pouco maior de aparência, um pouco mais antiga e mais imponente, dependendo de quem olha.
Mas voltemos à praça...
A praça era algo muito interessante, pois nela havia um córrego, o qual as pessoas giravam estátuas de pessoas com rabos de peixe, mas não eram sereias. E o girar estava mais para carne no espeto, já que me falta tempo para uma melhor descrição, fica aqui esta mesmo :-)
A praça tinha algumas construções feitas com tijolos maiores, de pedras mesmo, seguindo o estilo de construção antiga da igreja e da casa. Nos tijolos havia um certo lodo verde musgo, devia ser musgo mesmo :-) . Muitas estátuas espalhadas, bronze esverdeado ou pedra "esmugueada".
Encontrei o Bill e ele esperava alguém que andava de skate, era uma menina, de mais ou menos uns 10 anos, que logo chegou, amiga dele talvez.
Não lembro onde a minha filha estava, mas acho que a minha mulher estava com ela, pois desci do ônibus sozinho e me recordo agora que fui me encontrar com elas na praça.
Na praça vendiam artesanato nas áreas internas da construção. O tema das peças era coisas de Netuno, um local um tanto escuro que não dava para perceber muitos os detalhes das coisas.
Tuesday, March 31, 2009
Sonho
Seguindo o post do sonho anterior.
Enviei um e-mail e a minha amiga não está grávida :-(
link broken
Enviei um e-mail e a minha amiga não está grávida :-(
link broken
Saturday, March 14, 2009
Sonho
O local era em algum lugar parecido com a rua Cabinari em Sampa.
No velho muro da casa que não existe mais.
Estava eu e a Ana perto do portão e vi passar a Vanessa grávida
chamei ela, mas ela estava falando ao telefone e só deu um tchauzinho.
Será que ela na vida real está gravida? Depois mandarei um e-mail perguntando.
A Ana entrou e eu fui parar em algum lugar parecido com a Av Renata
mas tenho quase certeza que não era, talvez fosse aquela avenida que
agora não me recordo, logo abaixo do escadão, mas também acho que não era.
Bom, não importa. Havia um mercado do outro lado da rua e eu esperava um ônibus.
Frente ao mercado havia um estacionamento vazio, com um muro verde,
verde no sentido de ser de uma planta, somente nas laterais.
Enquanto esperava passou um ônibus ou algo parecido na transversal a avenida e bateu no mercado, mas o local do impacto não deu para ver.
Agitei o pessoal do ponto para ir lá ver de perto.
Coisa estranha pois não gosto de ficar criando "muvuca".
Chegando ao local, ao lado do mercado, havia uma espécie de beco meio galeria. Dois caras estranhos estavam em uma espécie de briga meio assalto (nada do ônibus! os sonhos são meio assim malucos) até que chegou um pseudo policial. Digo pseudo policial pois ele estava vestido à paisana. O cara rendeu o que estava agredindo ou armado, me falha a memória, mas em pouco tempo liberou o rapaz, achei muito estranho, mas no entanto nem desconfiei que era um sonho. Como diria alguém "Ai como é bobo!".
Não entrou dentro do meu espírito de julgamento como muitas vezes acontece e fui contornar a av de trás, que agora lembro um nome, Trumain? Ia andando até o escadão vi 3 elementos esquizitos (com z para ficar bem estranho), chamo de elementos pois pareciam bem marginais, vieram falar comigo e tal, falei que ia comer uma parada num lugar bacana.
O lugar bacana da parada tinha o max como atendente e pedi o sanduba.
O sanduba era algo com pão francês, alface crespa, tomate, mortadela ou presunto frito. O preço era algo gratuito ou simpesmente ridículo como 1 real.
Os elementos acharam simpático e começamos a conversar e tal, enfim, não tentaram me assaltar e talvez não fossem ladrões.
Terminado o lanche voltei para casa.
Em casa rolou uma parada muito estranha que não cabe colocar aqui, como diria Fermat, o espaço é muito curto.
.
No velho muro da casa que não existe mais.
Estava eu e a Ana perto do portão e vi passar a Vanessa grávida
chamei ela, mas ela estava falando ao telefone e só deu um tchauzinho.
Será que ela na vida real está gravida? Depois mandarei um e-mail perguntando.
A Ana entrou e eu fui parar em algum lugar parecido com a Av Renata
mas tenho quase certeza que não era, talvez fosse aquela avenida que
agora não me recordo, logo abaixo do escadão, mas também acho que não era.
Bom, não importa. Havia um mercado do outro lado da rua e eu esperava um ônibus.
Frente ao mercado havia um estacionamento vazio, com um muro verde,
verde no sentido de ser de uma planta, somente nas laterais.
Enquanto esperava passou um ônibus ou algo parecido na transversal a avenida e bateu no mercado, mas o local do impacto não deu para ver.
Agitei o pessoal do ponto para ir lá ver de perto.
Coisa estranha pois não gosto de ficar criando "muvuca".
Chegando ao local, ao lado do mercado, havia uma espécie de beco meio galeria. Dois caras estranhos estavam em uma espécie de briga meio assalto (nada do ônibus! os sonhos são meio assim malucos) até que chegou um pseudo policial. Digo pseudo policial pois ele estava vestido à paisana. O cara rendeu o que estava agredindo ou armado, me falha a memória, mas em pouco tempo liberou o rapaz, achei muito estranho, mas no entanto nem desconfiei que era um sonho. Como diria alguém "Ai como é bobo!".
Não entrou dentro do meu espírito de julgamento como muitas vezes acontece e fui contornar a av de trás, que agora lembro um nome, Trumain? Ia andando até o escadão vi 3 elementos esquizitos (com z para ficar bem estranho), chamo de elementos pois pareciam bem marginais, vieram falar comigo e tal, falei que ia comer uma parada num lugar bacana.
O lugar bacana da parada tinha o max como atendente e pedi o sanduba.
O sanduba era algo com pão francês, alface crespa, tomate, mortadela ou presunto frito. O preço era algo gratuito ou simpesmente ridículo como 1 real.
Os elementos acharam simpático e começamos a conversar e tal, enfim, não tentaram me assaltar e talvez não fossem ladrões.
Terminado o lanche voltei para casa.
Em casa rolou uma parada muito estranha que não cabe colocar aqui, como diria Fermat, o espaço é muito curto.
.
Saturday, January 10, 2009
Bauru
Era uma tarde com céu azul com nuvens esparramadas no meu sonho.
Estava andando de bicicleta no sítio do meu falecido tio,
mas no sonho ele estava vivo e essa contradição nem me passou pelo consciente.
Desci com a bicicleta para a horta, que hoje não existe, devido ao fato que a minha tia precisa de mais pessoas para dar conta dessas tarefas as quais não pode mais fazer sozinha.
O terreno é inclinado, com vários lances ou níveis, no qual a água pode correr do plano mais alto para o mais baixo até chegar ao rio que existe no final do terreno.
Ladeira abaixo, desci a plantação, porém o freio não funcionava a contento. Desta forma tive que desviar o caminho para a direita, para não acabar caindo no rio como já me ocorrera uma vez quando tinha uns 4 ou 5 anos.
Dada a manobra para a direita, foi inevitável passar por cima de um canteiro, não lembro o que havia no canteiro, mas o certo é que pisar na horta, seja lá o que for que estivesse plantado, não era coisa que o tio aprovasse.
Salvo do rio menos da horta, subi de volta.
Andavam comigo o primo Zem e o amigo Fabiano e pensei com eles se deveria falar ou não ao tio, o que rapidamente chegamos a conclusão que as marcas de pneu só poderiam apontar para minha pessoa e que o mais correto seria contar o ocorrido.
Contando o fato ao tio ele não ficou bravo como de costume, mas era bom eu ajudar a arrumar as coisas.
Estava andando de bicicleta no sítio do meu falecido tio,
mas no sonho ele estava vivo e essa contradição nem me passou pelo consciente.
Desci com a bicicleta para a horta, que hoje não existe, devido ao fato que a minha tia precisa de mais pessoas para dar conta dessas tarefas as quais não pode mais fazer sozinha.
O terreno é inclinado, com vários lances ou níveis, no qual a água pode correr do plano mais alto para o mais baixo até chegar ao rio que existe no final do terreno.
Ladeira abaixo, desci a plantação, porém o freio não funcionava a contento. Desta forma tive que desviar o caminho para a direita, para não acabar caindo no rio como já me ocorrera uma vez quando tinha uns 4 ou 5 anos.
Dada a manobra para a direita, foi inevitável passar por cima de um canteiro, não lembro o que havia no canteiro, mas o certo é que pisar na horta, seja lá o que for que estivesse plantado, não era coisa que o tio aprovasse.
Salvo do rio menos da horta, subi de volta.
Andavam comigo o primo Zem e o amigo Fabiano e pensei com eles se deveria falar ou não ao tio, o que rapidamente chegamos a conclusão que as marcas de pneu só poderiam apontar para minha pessoa e que o mais correto seria contar o ocorrido.
Contando o fato ao tio ele não ficou bravo como de costume, mas era bom eu ajudar a arrumar as coisas.
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